Lideranças Negras lançam "Carta de Vitória": Instituto Raízes de Áfricas representou Alagoas

Autor: Arísia Barros Data da postagem: 10:26 15/03/2019 Visualizacões: 343
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Lideranças Negras lançam "Carta de Vitória": Instituto Raízes de Áfricas representou Alagoas / Foto: Reprodução - Cada Minuto

Documento referencial da I Reunião Interestadual de Lideranças Negras realizada no dia 23 de fevereiro de 2019,em Vitória – Espírito Santo. O Instituto Raízes de Áfricas representou Alagoas, com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Fazenda, Federação da Indústria do Estado de Alagoas e mandato do deputado Federal, Paulão.

"Na perspectiva do povo negro se pronunciar politicamente no cenário nacional diante da Conjuntura Internacional e Nacional algumas entidades e lideranças negras atenderam ao convite do Centro de Estudos da Cultura Negra no Estado do Espírito Santo – CECUN para a realização de uma reunião em Vitória-ES com o objetivo de articular a CAMPANHA NACIONAL PARA IMPLEMENTAÇÃO DAS LEIS 10.639/2003 e 11.645/2008, visando discutir e construir estratégias de combate ao racismo estrutural, elencar demandas negras estruturantes e também, a criação de ferramentas, entre essas, uma Unidade Negra Interestadual para ampliar a luta pela Equidade Racial e Combate ao Racismo. A Reunião Interestadual de Lideranças Negras foi realizada no dia 23 de fevereiro de 2019, iniciada ás 08h30min, no mini auditório dois do IFES do Bairro Jucutuquara, em Vitória – Espírito Santo. Como coordenador Estadual Luiz Carlos Oliveira e os membros de outros Movimentos a nível interestadual, sendo facilitadores (as): CECUNES: Movimento Quilombo, Raça e Classe - ES; FEJUNES; Comissão Negra de Baixo Guandu – ES; APNs RJ; Neab – UERJ - Zona Oeste – RJ, representando lideranças do Sudeste; Instituto Raízes – AL e Instituto Búzios – BA, representando lideranças do Nordeste; e demais representantes de instituições, entidades Negras e lideranças presentes. Realidade histórica Não adentrando nas lutas pela libertação até 1888, e na abolição inacabada, o Brasil República não foi generoso nem inclusivo para com o Povo Negro. Deixando para os herdeiros dos quase 400 anos de trabalho escravo, 131 anos de racismo institucional, estrutural e social, e ainda em torno de 100 milhões de aprisionados mentais e tutelados secularmente."

Leia "Carta de Vitória".

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