GNR: Militares assinalam Dia da Discriminação Zero

Autor: Redação Reconquista Data da postagem: 12:00 05/03/2021 Visualizacões: 164
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Sensibilização para o tema não se resume ao dia da efeméride/Reprodução: Reconquista

GNR consciencializa para as diferentes formas de discriminação e desigualdades, sejam elas de género, idade, orientação sexual, deficiência, raça, etnia, saúde, religião, nacionalidade, situação económica ou estrato social, como forma de prevenir a discriminação.

Consciencializar a população para as diferentes formas de discriminação e desigualdades, sejam elas de género, idade, orientação sexual, deficiência, raça, etnia, saúde, religião, nacionalidade, situação económica ou estrato social, como forma de prevenir comportamentos discriminatórios, é o principal objetivo da GNR para assinalar, a 1 de março, o Dia Internacional da Discriminação Zero.

Segundo a GNR, “a discriminação baseia-se em informações erradas, medo ou ignorância, refletindo-se em diversas situações comuns do dia-a-dia”. Assim, neste dia “celebra a diversidade em favor de uma sociedade mais justa, inclusiva e tolerante”.

A GNR tem ainda desenvolvido ações de formação ao seu efetivo, para que esteja cada vez mais bem preparado para participar, enquadrar, tratar e acompanhar esta realidade.

A primeira videoconferência subordinada ao tema “Direitos Humanos, Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância relacionada”, dirigida aos militares da Guarda foi agendada para o dia 1, tendo a segunda sessão lugar dia 8 de março.

Esta é também uma temática que a GNR tem integrado nos seus planos curriculares de todos os cursos de formação inicial e em diversos cursos de formação contínua.

Apesar do contexto de pandemia Covid-19, aos militares têm desenvolvido campanhas nacionais com o objetivo de combater todas as formas de discriminação e proteger os mais vulneráveis, como os idosos (“Censos Sénior”, “65Longe+Perto”, “Natal a GUARDAr os nossos idosos”), as crianças (“Não sou um Alvo”, “Internet Segura”), as pessoas com deficiência (“desMarca a Diferença”) e as vítimas de violência doméstica (“Não sou um Saco”, “campanha para a Eliminação da Violência contra as Mulheres”).

A GNR reitera que “todas as pessoas são iguais perante a lei; todas devem ser tratadas com respeito, independentemente da sua raça, orientação sexual, género, religião, nacionalidade, deficiência ou estrato social; todos têm de ter conhecimento dos seus direitos, bem como dos seus deveres; e todos têm o dever de denunciar situações de discriminação”.

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