Segundo a pedagoga Nilma Lino Gomes e o antropólogo kabengele Munanga no livro "O Negro no Brasil de Hoje", 2006, “as cotas representam uma das estratégias de ação afirmativa e, ao serem implantadas, revelam a existência de um processo histórico e de discriminação”. Resultados positivos reforçam a importância das cotas raciais nas universidades.

Além disto tivemos aumento de negros e pardos nas universidades particulares, por meio do Programa Universidade para Todos (PROUNI), subindo de 43,2% em 2016, para 46,6% em 2018.

O crescimento é expandido para a permanência desses alunos nos estudos, revelando diminuição na evasão escolar de alunos negros e pardos, caindo de 30,8%, em 2016, para 28,8%, em 2018. Dado que o número de jovens negros e pardos, entre 18 e 24 anos, que estudam cresceu de 50, 5% em 2016, para 55,6%, 2018, em contrapartida entre os jovens brancos a taxa é de 78%.

Para concorrer a uma bolsa pelas cotas raciais

Para quem prestou o Exame Nacional do Ensino Médio, Enem, 2019 e pretende concorrer a uma vaga na universidade por meio dos programas de ações afirmativas, como o Prouni, Fies e cotas racias, o resultado sairá em 17 Janeiro de 2020, a divulgação das notas individuais estará disponível no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Inep, https://enem.inep.gov.br/.