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Como o mercado tecnológico tem trabalhado a fim de empoderar mulheres, negros, pessoas com deficiência e LGBT+

Autor: Redação Hypeness Data da postagem: 18:00 14/10/2019 Visualizacões: 216
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Mulheres do projeto Reprograma/Imagem - Reprodução - Hypeness

A relevância do tema e das práticas do empoderamento feminino pode ser percebida através de análises de buscas, mas também pela própria realidade à nossa volta: na mesma medida em que o mundo vem mudando para melhor, e trabalhando para corrigir a injustiça ancestral que o machismo, a misoginia e o sexismo criaram e que hoje é percebida como desigualdade de gênero, as reações contrárias a essas mudanças comprovam a gravidade e a urgência do próprio problema. Trata-se de um tema em ebulição, e que precisa ser enfrentado e resolvido já e em toda parte – inclusive nas maiores empresas do planeta.

Pois o empoderamento melhora a vida das mulheres, mas também o próprio mundo: hoje cada vez mais profissionais mulheres lideram a produção de artigos científicos, descobrem soluções para grandes problemas de saúde e tornam-se referências em frentes tão importantes quanto as mais diversas revoluções tecnológicas – para o avanço e a gratidão da sociedade como um todo. E a tecnologia pode ser um meio fundamental para o urgente empoderamento feminino – especialmente tornando mulheres referência no setor.

Mulheres do projeto Reprograma/Imagem - Reprodução - Hypeness
 

IBM/Imagem - Reprodução - Hypeness

Há mais de 100 anos que a IBM vem enfrentando com coragem e inovação os mais complexos problemas que a vida moderna pôde imaginar. Fundada nos EUA em 1911 e hoje atuando em mais de 170 países, a empresa tornou-se sinônimo da revolução dos computadores e das tecnologias digitais, mas não somente: sob o mote da “Inteligência pronta para trabalhar” como posicionamento da marca. A IBM é também uma empresa pronta para utilizar sua tecnologia para enfrentar os imensos problemas da vida real – e, entre eles, a desigualdade de gênero e o empoderamento feminino como nortes éticos atuais da marca: são esses alguns dos principais dilemas da vida real que a IBM vem trabalhando para aprimorar.

Intitulada “Inteligência adora problemas”, a campanha que a IBM promove para encarar esses desafios da vida real utiliza esses dilemas como combustível para inovações tecnológicas – procurando tornar a tecnologia um instrumento em nome da justa mobilização pelas necessárias transformações sociais. O compromisso da empresa com essas iniciativas antecede a tendência atual, e já é parte de sua própria cultura. São esforços para, por exemplo, contratar pessoas diversas, e com isso desafiar paradigmas ultrapassados e preconceitos muitas vezes inconscientes. Promovendo debates e realizando programas pela construção de um local de trabalho capaz de incluir e incentivar talentos, personagens importantes da IBM nasceram de tais compromissos – como Ana Paula Assis, que começou na empresa como estagiária e hoje é a maior líder da América Latina.

Ana Paula Assis, maior líder da IBM na América Latina/Imagem - Reprodução - Hypeness

Formada em Ciência da Computação, Ana Paula entrou na empresa em 1996, e se tornou a primeira mulher executiva a liderar a operação da IBM no continente. Antes ela havia atuado como diretora para Indústria de Serviços Financeiros para IBM Global Technology Services América Latina, e diretora de Strategic Outsourcing e vice-presidente de Software Group, na IBM Brasil. “A tecnologia melhorou a vida das pessoas de formas inimagináveis no último século. Nós vamos continuar a liderar esse caminho e ajudando a construir um futuro melhor”, disse Ana Paula. “Estou muito entusiasmada em liderar uma organização extremamente talentosa e diversa, em um ambiente dinâmico e inovador como é a América Latina.”

O compromisso com a diversidade e a inclusão é aplicado pela tecnologia através do programa Be Equal, que promove justamente o avanço da igualdade de gênero entre as lideranças na empresa. Utilizando análise de dados, inteligência artificial e outros mecanismos o programa combate o preconceito em diversos pontos de uma trajetória profissional: do planejamento, passando pela seleção, até a maior transparência na recomendação de empregos e novas oportunidades.

#BeEqual/Imagem - Reprodução - Hypeness

A iniciativa não se restringe à importante questão feminina, e inclui a população LGBT+ e pessoas com deficiência. A tradição de incentivar a presença de funcionários com deficiência vem desde a fundação da empresa, e tal política recolhe hoje frutos e conquistas importantes e simbólicas. Não por acaso, no ano passado a IBM conquistou o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência.

Prêmio recebido pela IBM em 2018/Imagem - Reprodução - Hypeness

O prêmio é um reconhecimento público oferecido desde 2014 por parte do Governo de São Paulo às “melhores práticas de empregabilidade para trabalhadores com deficiência”.

Equipe de funcionários premiada pelo PcDs/Imagem - Reprodução - Hypeness

Outra trajetória exemplar é a de Adriana Ferreira. Tendo iniciado sua carreira na IBM aos 38 anos como estagiária de RH, em 2007, hoje Adriana se tornou líder justamente em Diversidade e Inclusão da América Latina e é responsável entre outros pelos tema de cultura, equidade de racial e de gênero, inclusão de pessoas com deficiências e LGBT+. A ideia de Adriana é que cada vez mais empresas se unam pela causa, através de grupos de estudos, de trabalho, para favorecer no coletivo o trabalho por maior igualdade.

Adriana Ferreira, li?der em Diversidade e Inclusa?o da América Latina/Imagem - Reprodução - Hypeness

“Acho fundamental que as empresas que estão buscando fazer um trabalho consistente nessa questão de equidade de gênero possam procurar por fontes seguras, por pesquisas, pelo trabalho consistente que é feito pela ONU Mulheres, porque isso nos solidifica. Ao invés de ficarmos fazendo pequenos trabalhos, pequenas células de trabalho, por que não nos unirmos em uma causa única? Diz. A IBM é atualmente uma das signatárias dos Princípios para Empoderamento das Mulheres, agenda liderada pela ONU Mulheres.

Vale lembrar um detalhe nada mero em todo esse processo da empresa: desde 2012 que a norte-americana Ginni Rometty se tornou a primeira mulher a presidir e ser CEO da IBM global: é uma mulher quem comanda a IBM hoje.

Ginni Rometty, CEO da IBM Global/Imagem - Reprodução - Hypeness

Além de todas essas e tantas outras iniciativas, é fundamental que as empresas garantam a aplicação da lei de cotas para pessoas com deficiências, assim como preocupem-se com o ambiente de trabalho, para que seja receptivo a quem queira assumir a própria sexualidade sem que isso jamais seja motivo de um tratamento diferenciado ou excludente. Sendo uma das mais importantes empresas do mundo, a IBM é também uma das marcas com mais funcionários no planeta – estima-se que mais de 350 mil pessoas trabalhem para a empresa. Assim, além de um forte exemplo de sucesso, ela torna-se também paradigma de como lidar com o impacto que uma corporação dessa dimensão pode provocar – como uma pequena nação, que visa efetivamente a diversidade, a liberdade e a inclusão como o verdadeiro e mais importante fruto da revolução tecnológica.

Logotipo da IBM versão rainbow/Imagem - Reprodução - Hypeness
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