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Haitianas fazem protesto na fronteira por mais acesso das mulheres à Justiça

Autor: Adital Data da postagem: 15:52 25/03/2014 Visualizacões: 943
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Bandeiras e cartazes na mão, elas gritavam palavras de ordem e pediam respeito e justiça para as mulheres, contra a impunidade conveniente com o machismo, o racismo e a xenofobia Violações sexuais nas ruas pelos soldados dominicanos, pelos homens nos mercados públicos e, principalmente, pelas autoridades judiciais. Assim vivem as haitianas que moram na fronteira com a República Dominicana. Assim, sob o tema "Criar boas condições para as mulheres para ter justiça é um grande passo no caminho da igualdade entre mulheres e homens", uma série de atividades aconteceram durante toda a semana passada em diferentes departamentos de fronteiras do Haiti e República Dominicana. Tomando como marco o Dia Internacional da Mulher, marchas pacíficas, ciclos de discussões e atividades sociais aconteceram em toda a região. Na cidade fronteiriça de Belladère (Centro),uma grande marcha chamou a atenção da cidade para o problema das violações sexuais contra as mulheres haitianas, que são muitas vezes vítimas até nos mercados públicos do país vizinho, onde a discriminação contra os haitianos só aumenta após a decisão de despatriar os seus descendentes naquele país. Bandeiras e cartazes na mão, elas gritavam palavras de ordem e pediam respeito e justiça para as mulheres, contra a impunidade conveniente com o machismo, o racismo e a xenofobia. As mulheres denunciam que as autoridades policiais e judiciais desprezam os direitos das mulheres vítimas de violência na região. As atividades fazem parte do projeto do Grupo de ApoioparaRepatriados eRefugiados (Garr), "Fortalecer a proteçãode mulheres e meninasno Haiti eRepública Dominicanafronteira”. EmBocBanic, localidade da cidade fronteiriça de Thomassique, as mulheres denunciaram a problemática do estupro recorrente na região, pois elas temem apresentar queixa junto às autoridades. O mesmo aconteceu na cidade deCornillon Grand Bois (Oeste), Jean Júnior Bertho, facilitador do debate pela ONG Garr, exortou as mulheres a reforçarem a sua liderança. Na cidade de Anse-à-Pitre, as mulheres têm se concentrado sobre as violações de direitos humanos de que estão sujeitos em mercados de fronteira. A Coordenadora da Associação de Mulheres de VaillantesAnse -à-Pitre, Rosette Santana, denunciou a violência dos soldados dominicanos sobre as haitianas na fronteira, no que foi apoiada pelo vice-prefeito da cidade,YliMontplaisir,que exortou às mulheres a denunciarem e a lutarem pelos seus direitos. Fonte: Brasil de Fato

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Categoria: Gênero & mulher

Tags: #Outros