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Artistas e produtores da periferia devem ter ainda mais força no pós-pandemia

Autor: Gabriela Caseff, Gabriela Brito e Cleber Souza Data da postagem: 12:00 07/09/2020 Visualizacões: 66
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Com iniciativa do grupo cultural Bagunçaço, Joselito Crispim desenvolveu a campanha "A Favela Venceu" para ajudar a comunidade durante a pandemia/Reprodução: Folha de S. Paulo

Profissionais da cultura que vivem em bairros pobres viviam bom momento e agora buscam se reinventar

Na favela do Solar Unhão, na periferia de Salvador, o cineasta Joselito Crispim teve que parar de filmar e lançou uma campanha para mobilizar comerciantes locais e assegurar renda mínima para os moradores mais vulneráveis do lugar. “Depois de garantir comida, pensaremos em como voltar a nos manifestar culturalmente”, diz.

No Recife, a criação de uma peça que alcança os espectadores por meio de vários aplicativos de celular salvou o grupo Magiluth da falência. A companhia investira todo o seu dinheiro na inauguração de um teatro em janeiro e teve que mudar seus planos com a pandemia do coronavírus. “Encontramos um lugar na precariedade para continuar fazendo nosso trabalho”, conta o ator e dramaturgo Giordano Castro.

Leia mais em https://www1.folha.uol.com.br/treinamento/2020/09/artistas-e-produtores-da-periferia-devem-ter-ainda-mais-forca-no-pos-pandemia.shtml

 

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