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VIP: Documentário mostra como a religiosidade entra na vida das pessoas

Autor: Gabriela Cruz, Giuliana Mancini e Verena Paranhos Data da postagem: 19:30 23/08/2016 Visualizacões: 1194
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Entrevista no Ilê Axé Oyá Ladê Inan: documentário Do Que Aprendi com Meus Mais Velhos (Foto: Andréa Magnoni/Divulgação)

‘Do Que Aprendi com Meus Mais Velhos’ é focado na relação dos indivíduos com o candomblé

Como a religiosidade entra na vida de cada pessoa? Foi partindo dessa questão que Susan Kalik teve a ideia para seu mais novo documentário, Do Que Aprendi com Meus Mais Velhos. “Eu comecei a me perguntar em que momento a religião é despertada. E percebi que vem muito da turma mais velha, que vai passando as crenças oralmente”, diz. A produtora se uniu a Fernanda Júlia e, juntas,  dividem a direção do projeto, focado no surgimento do candomblé na história de cada um. Elas iniciaram o trabalho em Alagoinhas, no terreiro Ilê Axé Oyá Ladê Inan, passaram por Salvador e vão percorrer ainda locais  em outras três cidades do interior da Bahia.

Para o filme, as diretoras entrevistaram desde a turma nova até a mais antiga. “Os mais velhos acabam fazendo uma reflexão de como eles aprenderam com os seus mais velhos. E pensam como eles passam para frente. É muito bacana, muito gostoso”, conta Susan. “Com as crianças, temos três faces. Uma é a das que vão para o terreiro acompanhar os pais. A outra é as que estão em formação, já aprendendo. E a última é a das que moram no entorno, que não são frequentadoras do espaço, mas que convivem ali, participam de algumas festas abertas”.

Além do Ilê Axé Oyá Ladê Inan, a equipe já foi ao Terreiro Mokambo, em Salvador, e conversou com Tata Anselmo. Ainda estão agendadas visitas a dois espaços em Cachoeira, dois em Ilhéus e um em Maragojipe. Com produção assinada pela Kalik, o documentário tem trilha sonora original concebida por  Jarbas Bittencourt. O plano é finalizar o projeto em setembro. “E, em dezembro, já estar com ele pronto”, fala Susan.

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