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Médicos Populares avançam na defesa do SUS

Autor: Redação (Saúde Popular) Data da postagem: 11:30 11/01/2016 Visualizacões: 1174
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Fonte da Imagem: Saúde Popular

A Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares foi criada em 2015 para aglutinar e mobilizar profissionais que defendem o SUS como contribuição para uma sociedade mais justa, democrática, emancipatória e popular

Criada em 2015, a Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares surge em uma conjuntura política de ataques a direitos sociais, entre eles a saúde. A perda de verbas para o Sistema Único de Saúde (SUS), a proposta do presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha de retirar do Estado a responsabilidade com a saúde pública e os ataques ao Programa Mais Médicos são exemplos de medidas discutidas no Congresso Nacional neste ano e que representam retrocessos no setor.

A Rede nasce para aglutinar e mobilizar médicos que exercem a medicina em uma perspectiva de garantia de direitos, comprometidos com a saúde dos brasileiros. “Somos trabalhadoras e trabalhadores da saúde que valorizam as lutas populares históricas em nossa realidade brasileira e latino-americana e que defendem o SUS como contribuição essencial para uma sociedade mais justa, democrática, emancipatória e popular”, diz documento de apresentação do grupo.

Entre as ações de destaque promovidas neste ano pela Rede, está a brigada de solidariedade aos moradores do desastre de Mariana, provocado pelo rompimento das barragens de rejeitos da mineradora Samarco. Os médicos populares estiveram na região para fazer um diagnóstico situacional de saúde a curto, médio e longo prazos.

Relembre algumas ações da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares em 2015:



+ Médicos enfrentam setor privado e lançam contraofensiva pelo SUS

+ Médicos populares e o contraponto à mercantilização da saúde

+ Vídeo de apresentação da Rede


+ Site Saúde Popular é lançado com debate sobre ameaças conservadoras no setor

+ Médicos criam site para defender Sistema Único de Saúde


+ Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade, em Natal (RN)

+ Congresso da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em Goiânia (GO)

+ Sindicato dos Médicos de Campinas (SP)


+ Médicos se solidarizam com estudante atacada por discurso


+ Médicos Populares: plenária reafirma atuação em defesa do SUS

+ “Nunca tivemos tantos médicos no meio do povo como após cubanos”


+ Movimentos divulgam nota contra PL que quer restringir atendimento às vítimas de violência sexual


+ Nota pública repudia “dança das cadeiras” no Ministério da Saúde


+ Debate reforça SUS como uma conquista dos brasileiros

+ Atendimentos de saúde na Feira da Reforma Agrária são feitos prioritariamente com fitoterápicos

+ Feira da Reforma Agrária oferece produtos sem veneno e mais baratos


+ Após bombardeio, profissionais brasileiros se solidarizam com Médicos Sem Fronteiras


+ Mutirão de saúde e sarau marcam Dia do Médico em Sergipe e São Paulo


+ Mariana (MG): traumas psicológicos e descaso às vítimas doentes

+ Entrevista à Radio France Internationale (RFI): Equipe médica detecta problemas de saúde em Mariana (MG)

+ Encontro em Belo Horizonte discutirá saúde dos atingidos por lama da Samarco

+ Vítimas do desastre em Mariana sofrem de depressão e ansiedade

+ Médicos Populares cobram punição para a Samarco

+ Médicos populares estão em Mariana para mapear danos à saúde


+ Médicos e médicas populares apoiam ocupação das escolas em SP


+ “Saúde depende de condições de vida das pessoas”, diz médico popular

+ Conferência de Saúde debate qualidade do SUS como direito


+ Médicos populares de SP aderem ao ato contra o impeachment


Leia também:

O que não se diz sobre os Médicos Cubanos

Médicos populares e o contraponto à mercantilização da saúde


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